
Zema
Romeu Zema Neto
NOVO
Candidatura a Presidente em 2026 · Não eleito
Resumo
Mandatos e candidaturas
Mandatos
Nenhum mandato registrado nas fontes consultadas (TSE, Câmara, Senado e ALEAM). Câmaras municipais não estão cobertas.

Romeu Zema Neto
NOVO
Candidatura a Presidente em 2026 · Não eleito
Nenhum mandato registrado nas fontes consultadas (TSE, Câmara, Senado e ALEAM). Câmaras municipais não estão cobertas.
Como ler. Valores declarados ao TSE na prestação de contas de campanha. Doadores e fornecedores pessoas físicas aparecem apenas agregados; pessoas jurídicas (partidos, comitês e empresas) são identificadas pelo nome e CNPJ.
Pacote do TSE com os planos de presidente em 2026proposta_governo_2026_BR.zip(baixa um arquivo ZIP com todos os planos do ano; abre em nova aba)
TSE (candidaturas)
Fonte do registro(abre em nova aba)Assimetria entre fontes. Sem mandato legislativo registrado entre 01/01/2019 e 16/10/2026 nas fontes consultadas (Câmara, Senado e ALEAM): não há proposições, votos nem despesas de mandato para comparar com o plano. Câmaras municipais não estão cobertas.
Reduzir as filas e o tempo de espera no SUS por meio de parcerias com clínicas e hospitais privados para realização de consultas, exames e cirurgias, com metas cla- ras de atendimentos e qualidade dos serviços, aproveitando a capacidade ociosa dessas unidades de saúde privadas.
PLANO IMPLACÁVEL ● ROMEU ZEMA | 57 SAÚDE Três em cada quatro brasileiros dependem exclusivamente do SUS e, muitas vezes, o que encontram é fila: fila para consultas, exames e cirurgias que não podem esperar.
CUIDAR DO BRASILEIRO ANTES DE A DOENÇA CHEGAR Ampliar a cobertura da atenção primária por meio da Estratégia de Saúde da Família e de programas de vacinação:
Sem mandato legislativo no período.
O problema começa cedo e atravessa todas as etapas. Cerca de 826 mil crianças estão na fila de espera por vagas em creches, 4 em cada 10 alunos do 2o ano do ensino fundamental ainda não estão alfabetizados e cerca de 230 mil estudantes abandonam o ensino médio todos os anos. Na educação profissional, somente 17 ,2% dos alunos estão matriculados em cursos técnicos, contra 37% na média da OCDE, gerando uma lacuna de 9,6 milhões de profissionais qualificados no mercado de trabalho.
Fortalecer a formação dos professores na graduação para aproximá-la da prática em sala de aula e das evidências científicas sobre aprendizagem, com prioridade para alfabetização, matemática e ensino estruturado, fortalecendo os critérios de qualida- de para cursos de licenciatura, ampliando residências pedagógicas e incentivando programas que atraiam e desenvolvam os melhores talentos para a carreira docente.
Ampliar o acesso de estudantes com deficiência e TEA a atendimento adequado às suas necessidades em ambientes inclusivos, com professores e profissionais espe- cializados capacitados, plano educacional individualizado obrigatório, autorização de matrícula em escolas especializadas e instrumentos específicos de avaliação da aprendizagem, assegurando a participação ativa das famílias na escolha do modelo mais adequado para cada estudante.
Retomar os territórios dominados pelas facções com operações que envolvam cola- boração entre as Forças Armadas, as polícias estaduais e a Polícia Federal, garantin- do a paz aos brasileiros que vivem nessas regiões.
Ao mesmo tempo, nestes últimos anos, as cerca de 90 facções que atuam no Brasil expandem seu controle sobre o território nacional. Estudos recentes apontam que entre 28 e 60 milhões de pessoas vivem sob o domínio do crime organizado. No en- tanto, as políticas de segurança pública e o sistema judiciário brasileiros se mostram pouco eficazes no combate ao crime, contribuindo para o aumento da sensação de insegurança nas ruas. O resultado é um país em que o bandido perdeu o medo e o cidadão de bem perdeu a paz.
Empregar as Forças Armadas de forma integrada às polícias para retomar territórios dominados pelo crime organizado:
PLANO IMPLACÁVEL ● ROMEU ZEMA | 47 MEIO AMBIENTE O Brasil é uma potência ambiental: abriga a maior biodiversidade do planeta, con- serva mais de dois terços do seu território com vegetação nativa e é referência mun- dial em energia limpa e produção agropecuária sustentável. Nenhum outro país reú- ne tantos ativos naturais.
A conta da falta de atenção a uma agenda ambiental séria é paga pelo cidadão, às vezes com a vida. Em 2024, as enchentes no Rio Grande do Sul expuseram a fragili- dade do país diante de eventos climáticos extremos: 94,7% dos municípios não têm plano de drenagem, mais de 3,7 mil cidades convivem com risco de inundação, e o país ainda descarta de forma inadequada cerca de 40% do lixo que produz.
Aproximar escolas, universidades, setor produtivo e pesquisa aplicada para formar profissionais capazes de atuar em bioeconomia, energias renováveis e produção sustentável, conciliando prosperidade e conservação ambiental.
Integrar o desenvolvimento da infraestrutura hidroviária ao planejamento logístico nacional, estruturando uma carteira de projetos voltada à expansão da navegação interior, à modernização da infraestrutura aquaviária e à integração com portos, fer- rovias e rodovias, e aperfeiçoar os modelos de investimento e gestão para assegurar maior participação privada na execução de obras estruturantes, como dragagem, sinalização, eclusas e acessos hidroviários.
O resultado recai sobre quem produz e quem consome: a logística vira um imposto invisível embutido no preço de tudo. A competitividade do país despenca e o cidadão paga mais caro e perde tempo em estradas, ferrovias, hidrovias, portos e transporte urbano que não acompanham suas necessidades. Conectar o Brasil de ponta a pon- ta requer um robusto plano de investimentos em infraestrutura, com a participação fundamental do capital privado, previsibilidade para quem investe e capacidade de enfrentar os desafios dos diferentes setores. Para isso, apresentamos soluções em quatro eixos centrais:
Expandir a infraestrutura portuária, por meio da modernização da gestão e dos pro- cessos operacionais, da melhoria dos acessos terrestres e aquaviários, da integração logística dos portos com as malhas ferroviária e rodoviária e do aperfeiçoamento dos modelos de gestão, ampliando a participação privada, observadas as características de cada complexo, para elevar a produtividade, reduzir custos logísticos e fortalecer a competitividade do comércio exterior brasileiro.
SUMÁRIO Carta de Abertura SEGURANÇA PÚBLICA COMBATE À CORRUPÇÃO E AOS PRIVILÉGIOS REFORMA DO JUDICIÁRIO E DOS ÓRGÃOS DE CONTROLE FINANÇAS PÚBLICAS DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO TRABALHO E EMPREGO INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO MINAS E ENERGIA POLÍTICA EXTERNA GESTÃO PÚBLICA E EFICIÊNCIA NO GOVERNO AGRONEGÓCIO MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAÇÃO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SAÚDE DESENVOLVIMENTO SOCIAL ESPORTE CULTURA E TURISMO REFORMA INSTITUCIONAL DEFESA E SEGURANÇA NACIONAL Equipe e Agradecimentos 03 05 08 11 14 17 23 26 32 36 39 43 47 50 54 57 62 67 69 73 77 79
Garantir às comunidades indígenas o pleno direito de exploração econômica de suas terras, permitindo e regulamentando o exercício de atividades como agricultura, pe- cuária, extrativismo e turismo.
Cultura e turismo não podem seguir reféns do Estado e da ideologia. É preciso pro- tegê-los como patrimônio e atividade econômica, destravar o investimento privado, profissionalizar a gestão e usar esses setores para gerar emprego, renda e projeção do Brasil no mundo. Para isso, apresentamos soluções em cinco eixos centrais:
Permitir que adultos saudáveis e aptos ao trabalho permaneçam no Bolsa Família apenas enquanto estiverem buscando emprego, estudando ou se qualificando pro- fissionalmente, com possibilidade de suspensão do benefício para quem, sem justifi- cativa, recusar ofertas formais de trabalho intermediadas pelo poder público, exceto os brasileiros responsáveis pelos cuidados de crianças pequenas, idosos e pessoas com deficiência em situação de dependência.
PLANO IMPLACÁVEL ● ROMEU ZEMA | 62 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Nenhum brasileiro deveria ficar preso à pobreza por falta de oportunidade ou de- pender de benefícios sociais para sempre. O Brasil tem cerca de 60 milhões de pes- soas vivendo em situação de pobreza e mais de 9 milhões em extrema pobreza. Ao mesmo tempo, cerca de 40% das famílias permanecem no Bolsa Família por mais de sete anos, e o número de beneficiários já supera o de trabalhadores formais em 12 estados. Esse cenário deixa claro que a saída da pobreza e a conquista da própria autonomia por todos os cidadãos só tem um caminho: a renda do trabalho.
Por fim, o Brasil ainda falha em proteger quem está mais exposto ao risco. Crianças, idosos e pessoas com deficiência dependem de uma rede de amparo que, na prática, muitas vezes não garante segurança e dignidade. A violência doméstica e o femini- cídio seguem em patamares inaceitáveis.
Garantir às comunidades indígenas o pleno direito de exploração econômica de suas terras, permitindo e regulamentando o exercício de atividades como agricultura, pe- cuária, extrativismo e turismo.
Combater com rigor a grilagem e o desmatamento ilegal, integrando forças de se- gurança, órgãos ambientais e o sistema de justiça, com monitoramento por satélite, punição efetiva dos infratores e proteção às comunidades indígenas.
Garantir aos indígenas o direito de trabalhar e prosperar com o seu trabalho:
Sem mandato legislativo no período.
Concentrar recursos de pesquisa, ciência e tecnologia nas instituições com histórico comprovado de produção científica relevante, criando um modelo de financiamento baseado em desempenho que premie resultados e atraia talentos.
Facilitar a inovação privada no agro: Facilitar a entrada de capital internacional e privado para P&D no campo, conectan- do centros de pesquisa nacionais aos internacionais, avançando na conectividade rural com banda larga e 5G e reorientando a Embrapa para inovação aplicada.
PLANO IMPLACÁVEL ● ROMEU ZEMA | 54 EDUCAÇÃO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O Brasil investe no ensino superior público cerca de 0,7% do PIB, patamar próximo ao da União Europeia, mas não tem nenhuma universidade entre as 100 melhores do mundo. Gastamos mais de 15 mil dólares por aluno no ensino superior, acima da média da OCDE, e ainda assim cerca de metade dos brasileiros com diploma não possuem domínio proficiente do próprio português. Na ciência, somos o 13o país que mais produz ciência no mundo e apenas o 50o em inovação, porque o conhecimento produzido aqui quase nunca vira patente, produto ou empresa.
Concentrar os mecanismos de financiamento à cultura na produção cultural regional e nos artistas locais, com critérios objetivos de elegibilidade e limites de captação para grandes artistas e produtores já consolidados.
PROTEGER O PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CUL TURAL Focar o dinheiro da cultura nos artistas locais e produções regionais:
Revisar o sistema de proteção do patrimônio histórico e cultural para modernizar os institutos jurídicos existentes, como o do tombamento, reduzindo ou eliminando restrições desnecessárias aos direitos de propriedade e implementando uma políti- ca de incentivos que concilie a preservação da história nacional e das manifestações culturais do povo brasileiro.
Sem mandato legislativo no período.
O país manteve a 107a posição no Índice de Percepção da Corrupção em 2025, mesma colocação de 2024, evidenciando a dificuldade de sustentar avanços consistentes na área. Ao mesmo tempo, a própria estrutura do Estado abriga distorções graves: hoje, mais de 53 mil servidores ativos e inativos recebem acima do teto constitucional, com custo anual estimado em cerca de R$ 20 bilhões, enquanto o orçamento públi- co segue sendo desviado para privilégios e fins eleitorais, com bilhões em emendas parlamentares distribuídas sem transparência adequada.
SUMÁRIO Carta de Abertura SEGURANÇA PÚBLICA COMBATE À CORRUPÇÃO E AOS PRIVILÉGIOS REFORMA DO JUDICIÁRIO E DOS ÓRGÃOS DE CONTROLE FINANÇAS PÚBLICAS DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO TRABALHO E EMPREGO INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO MINAS E ENERGIA POLÍTICA EXTERNA GESTÃO PÚBLICA E EFICIÊNCIA NO GOVERNO AGRONEGÓCIO MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAÇÃO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SAÚDE DESENVOLVIMENTO SOCIAL ESPORTE CULTURA E TURISMO REFORMA INSTITUCIONAL DEFESA E SEGURANÇA NACIONAL Equipe e Agradecimentos 03 05 08 11 14 17 23 26 32 36 39 43 47 50 54 57 62 67 69 73 77 79
Diego Luz Vitor Beux Martins João Pedro Borges Rafael Mendonça AGRONEGÓCIO Christian Lohbauer MEIO AMBIENTE Samanta Pineda EDUCAÇÃO BÁSICA Diego Calegari EDUCAÇÃO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Tiago Mitraud SAÚDE Adriana Ventura DESENVOLVIMENTO SOCIAL Elizabeth Jucá ESPORTE Luiz Lima CULTURA E TURISMO Bárbara Botega SEGURANÇA PÚBLICA Rogério Greco COMBATE À CORRUPÇÃO E AOS PRIVILÉGIOS Deltan Dallagnol REFORMA INSTITUCIONAL E POLÍTICA EXTERNA Felipe D’Ávila ECONOMIA Carlos Da Costa Luiz Fernando Figueiredo INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO Pedro Bruno Barros de Souza MINAS E ENERGIA José de Sá GESTÃO PÚBLICA E EFICIÊNCIA NO GOVERNO Luciana Lopes
Avançar na implementação do Novo Marco do Saneamento, atraindo investimentos nacionais e internacionais para universalizar o acesso à água potável, à coleta e ao tratamento de esgoto e viabilizar a eliminação de lixões.
PLANO IMPLACÁVEL ● ROMEU ZEMA | 26 INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO Um dos grandes entraves ao desenvolvimento econômico no Brasil continua sendo sua infraestrutura. O investimento total, público e privado, em infraestrutura no país representa 2,22% do PIB, cerca da metade de outros países de renda média, que investem entre 3,5% e 5,5%. Os custos logísticos consomem 15,5% do PIB, o pior patamar entre as 20 maiores economias do mundo. No saneamento, mais de 90 mi- lhões de pessoas não têm acesso à coleta de esgoto no país, e 32 milhões não têm água tratada.
Apoiar estados e municípios na elaboração de planos diretores modernos, ampliando o ampliando o adensamento urbano nas áreas centrais, habitação em áreas seguras e investimentos em drenagem urbana, para reduzir a vulnerabilidade a enchentes e deslizamentos.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
Sem mandato legislativo no período.
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